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Oi  ,

Tudo bem?

A edição de hoje fala sobre temas que vão desde dinheiro entrando no caixa (casos da Yellow e da Stripe) até como controlar o que sai dele (com um excelente artigo do nosso blog).

Vamos lá?

# Não é brinquedo não

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Muita gente previa que a briga entre Yellow e Grin pelo domínio do mercado brasileiro de aluguel de bicicletas e patinetes elétricos ia ser longa e sangrenta como a vista em muitos outros setores.

Mas mal se passaram 3 meses de competição direta entre as duas startups e elas resolveram anunciar uma fusão. A empresa resultante será chamada de Grow - um trocadilho entre a palavra crescimento e a junção dos nomes Grin e Yellow e não uma referência à fabricante de brinquedos que domina o mercado de jogos de tabuleiro no Brasil desde os anos 1980.

Com isso, os brasileiros da Yellow e os mexicanos da Grin vão tentar, de mãos dadas, dominar todo o mercado latino americano.

O negócio contou ainda com um aporte de US$ 150 milhões, para ajudar a nova empresa a enfrentar a concorrência de players americanos que já demonstraram interesse em entrar no mercado latino - como a Jump, controlada pelo Uber.

# Aquilo que você controla

No caminho de uma startup rumo a se tornar um negócio escalável, o controle de custos e despesas tem um papel fundamental. Enquanto as receitas dependem muito de fatores externos, é no que sai do caixa que a boa gestão do empreendedor pode fazer total diferença.

Mas entender todas as nuances de uma demonstração de resultados não é coisa simples. Por isso o Camilo Martins, gestor de portfólio da ACE e um dos mentores de finanças das nossas startups, têm escrito uma série de posts para o nosso blog sobre como lidar melhor com as contas de uma empresa. E o texto dessa semana foi justamente sobre o que levar em consideração na hora de analisar custos e despesas.

O texto foi escrito em parceria com o Cassio Callegaro, CEO da startup de contabilidade Simplificador e outro fera no assunto. Vale muito a pena conferir!

# Ainda mais valiosa

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A Stripe, que já era a fintech mais valiosa dos Estados Unidos, ampliou ainda mais a liderança. A empresa recebeu um aporte de US$ 100 milhões do fundo Tiger Global e levou seu valuation para US$ 22,5 bilhões.

O dinheiro deve ajudar a empresa a acelerar sua expansão global e também a ampliar sua presença no mundo offline. A Stripe já é o principal meio de pagamento online dos Estados Unidos e agora lançou uma maquininha de cartões para entrar também no mundo físico.

E não é só no Vale do Silício que o setor de meios de pagamentos tem chamado a atenção de investidores. No Brasil as coisas também vão bem. O estudo sobre o mercado realizado por ACE Cortex em parceria com o boostLAB mostrou que os investimentos no setor cresceram mais de 7 vezes nos últimos três anos. Dinheiro e empresas boas não têm faltado!

Bônus: Falando em boostLAB, faltam menos de 15 dias para startups se inscreverem no programa de potencialização que desenvolvemos junto com o BTG Pactual. Se ainda não estiver convencido a participar, no Instagram da ACE você pode ver os depoimentos de empreendedores que já passaram pelo programa.

# Mais uma polêmica para a conta

Não é bem um segredo que as informações de uso do celular de uma pessoa valem ouro nas mãos de algumas companhias. Mas muita gente aceita vender esse tipo de informação por meros 20 dólares.

O autor da proposta é o Facebook, que por meio do aplicativo Research, tem acesso (ainda mais) completo à vida digital do usuário em troca de um valor quase simbólico. O TechCrunch falou sobre a estratégia, chamada internamente de Projeto Atlas, e sobre como a companhia paga por dados até mesmo de usuários com 13 anos de idade.

Essa não é a primeira vez que o Facebook lança mão deste tipo de tática. No passado, uma iniciativa parecida, a Onavo, foi o que indicou para a empresa a pertinência de investir em sistemas de mensagens instantâneas, o que resultou na compra do WhatsApp.

A aposta se mostrou certeira. O WhatsApp triplicou de tamanho desde que foi adquirido e agora o time de Mark Zuckerberg planeja juntar o app com os serviço de mensagem do Instagram e com o Messenger, o que daria a eles ainda mais controle sobre os dados dos usuários - e dificultaria a ação de órgãos antitruste.

# Curtinhas

  • Palavra do mestre Quando o assunto é inovação, a palavra de Clayton Christensen tem peso dobrado. E não é para menos! Ele estuda o assunto há mais de duas décadas e cunhou alguns dos conceitos mais adotados até hoje. Em um artigo no LinkedIn, ele falou dos 5 principais aprendizados que teve ao longo de sua carreira como consultor na área.

  • De volta Os fundadores do Sararah, aquele aplicativo que permitia o envio de mensagens anônimas para amigos e que virou uma central de bullying, resolveram fazer mais uma tentativa. O foco agora é o app Enoff, para envio de feedbacks anônimos no local de trabalho. Mas eles avisam que ainda não desistiram da ideia do Sararah e que, após desenvolverem barreiras de segurança, vão tentar emplacar a iniciativa de novo na AppStore e na Google Play.

  • Molho especial? A grande rede de franqueados, que é uma das maiores forças do McDonald’s, tem se mostrado também o principal obstáculo da empresa para a implementação de algumas inovações voltadas à sustentabilidade. Lutar contra a tradição nunca é fácil mesmo.

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  • Minuto dos anunciantes O Hulu, um dos principais concorrentes da Netflix nos Estados Unidos, acrescentou uma nova forma de monetização à sua plataforma. Agora, quem pausa um filme é impactado por uma propaganda (estática, já que a pessoa não quer ou não pode ver um vídeo naquele momento).

  • Inovação com desconto Entre 25 e 28 de fevereiro, a USP vai receber um super evento de inovação aberta. É a Oiweek SciBiz que conectará grandes empresas, startups, cientistas, estudantes, investidores e governo para compartilhar conhecimento e gerar oportunidades de negócios para desafios reais do mercado e da sociedade. E o melhor: leitores da Growhtaholics têm desconto - é só usar o código RedeACE ao comprar o ingresso até o dia 10.

  • Clube das 10 De tempos em tempos algum especialista diz que o segredo da produtividade está diretamente relacionado ao horário em que uma pessoa acorda. Não à toa, quem não consegue acordar antes das 6 da manhã fica com um eterno sentimento de culpa. Mas uma reportagem da Fast Company mostra (com exemplos) que é possível ter sucesso mesmo saindo da cama às 10 horas. Tem gente que ficou aliviada!
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Por hoje é só,  . Depois me escreve contando o que achou da edição desta semana. Adoro receber os feedbacks de vocês e levo todos em consideração!

Abraços,
Pedro Waengertner
CEO - ACE
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