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Oi  ,

Tudo bem?

Se a sua empresa for como a ACE, as startups do nosso portfólio ou os nossos parceiros do ACE Cortex, certamente 2019 já está a todo vapor por aí.

Aliás, aproveito que você aproveite o ritmo para inscrever sua startup no boostLAB, programa de potencialização de scale ups conduzido pela ACE e pelo BTG Pactual. Quem participa deste programa é acompanhado de perto por membros do conselho do banco e da ACE, tem acesso direto à rede de clientes, fornecedores e parceiros do BTG Pactual e conexão com uma rede de mentores que inclui nomes de ponta, como Claudio Galeazzi, Sonia Hess e Stelleo Tolda. Este ano, o boostLAB busca por startups de diversos setores que não estavam na tese das edições passadas. Energia, real state e insurtechs estão entre as novidades. Dê uma olhada no site do programa e não deixe de se inscrever.

Vamos, então, à primeira edição da Growthaholics deste ano.

# O que vem por aí

 

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Essa é uma daquelas semanas mega aguardadas por todo amante de tecnologia. Está acontecendo em Las Vegas o Consumer Eletronics Show, principal evento para o lançamento de gadgets no mundo.

Entre as surpresas divulgadas este ano, uma das que mais fez barulho foi a TV que pode ficar enrolada dentro de um móvel enquanto não está sendo usada, para ocupar menos espaço (já quero uma para minha sala!).

Quem também conseguiu fazer barulho mesmo sem participar formalmente da feira é a Apple. O pessoal de Cupertino fechou um acordo com os rivais da Samsung para incluir os conteúdos produzidos para o iTunes nas TVs da marca - uma raridade para uma empresa que tradicionalmente usa a união entre hardware e softwares próprios como uma de suas grandes forças.

Além disso, a Apple também resolveu aproveitar o público do evento para dar uma cutucada nos concorrentes recentemente envolvidos em escândalos de vazamento de dados. Um outdoor nas imediações do local do evento traz a frase: “What happens on your iPhone, stays on your iPhone”. Parcerias a parte, a rivalidade não morre.

# Facebook versão 2019

Não é segredo que 2018 não foi um ano nada fácil para o Facebook. Para tentar fazer com que 2019 seja diferente, Mark Zuckerberg se comprometeu a organizar debates públicos sobre o futuro da tecnologia. A ideia é que, a cada duas semanas, Mark se reúna com algum figurão da política ou da tecnologia - e documente tudo em suas contas no Facebook e no Instagram, claro!

A proposta faz parte da resolução de ano novo de Mark. Tradicionalmente, o executivo publica em sua página na rede social qual será seu maior desafio para o ano que se inicia. Em 2018, Mark falou que queria se tornar ainda melhor em sua função, ajudando a encontrar formas de evitar que o Facebook fosse utilizado por gente mal intencionada.

# Mais que trabalho

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A WeWork anunciou uma nova marca e posicionamento. Para marcar bem a ideia de que está indo além do mercado de coworkings modernos e bonitos, a empresa passa a se chamar We, como forma de abraçar suas atuais três unidades de negócio - além dos escritórios, a We é composta pela WeLive, que foca na construção de apartamentos, e a WeGrow, que é uma escola de ensino fundamental voltada à formação dos profissionais do futuro.

O rebatismo foi uma forma encontrada pela empresa de mostrar para investidores que pode ser muito mais do que uma rede de escritórios compartilhados - um tipo de negócio que ainda ninguém conseguiu provar se é, exatamente, muito rentável (o Softbank, por exemplo, que vinha pensando em investir US$ 16 bilhões na empresa, assinou um cheque bem mais modesto, mesmo que ainda bilionário).

O discurso é também de que o novo posicionamento reconecta a ex-WeWork à sua origem. Desde a fundação, em 2009, a ideia já era montar uma empresa que permeasse a vida das pessoas em seus mais diversos aspectos (a pergunta é: será que as pessoas realmente querem mais uma empresa que permeia suas vidas nos mais diversos aspectos?).

# Mudou alguma coisa?

Outro assunto quente de 2018 foi como homens e mulheres são tratados de forma diferente nas empresas de tecnologia e no mercado de investimentos. Denúncias de assédio sexual e de discriminação contra mulheres viraram rotina ao longo do ano.

Muito foi discutido sobre o assunto e diversos estudos e teorias foram lançadas. Mas qual será que foi o impacto de toda essa movimentação?

O Recode fez uma longa reportagem, lançando mão de dados e de entrevistas com investidoras, empreendedoras e executivas para ver como estava o quadro atual.

Em termos práticos ainda há muito a se avançar - os números brutos ainda não mostram um avanço tão significativo das mulheres nos fundos de investimento, por exemplo -, mas o simples fato de o assunto ter sido posto na mesa já é uma grande evolução. Que ela não pare por aí.

 

# Curtinhas

  • Resultados em segurança A FindMe, startup do portfólio da ACE, tem uma grande missão para 2019: superar os resultados obtidos em  2018, que foi um ano excelente para a empresa. Em um post no blog da ACE, o CEO Diogo Vinicius fala mais sobre o ano da startup de gestão de equipes de segurança.

  • Meu nome é Bond A investidora Mary Meeker, uma das maiores especialistas do mundo em tendências do mercado de tecnologia, está montando seu próprio fundo. Batizado de Bond, a expectativa é levantar US$ 1,25 bilhão. Se as apostas forem tão certeiras quanto as previsões de Mary, esse bilhão vai se multiplicar rapidinho.

  • Recorrência de alto nível Falando em bilhão, o pessoal do SaaStr preparou uma lista com startups que já têm (ou estão muito próximas de ter) receitas anuais recorrentes de mais de US$ 1 bilhão. Importante estudar essa lista, porque algo de certo este pessoal está fazendo.

  • Raridade? A lista da SaaStr faz parte de uma discussão que vem ganhando força no mercado: com um número cada vez mais alto de startups com valor de mercado de mais de US$ 1 bilhão, ainda faz sentido dizer que essa é definição de unicórnio?

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  • Transparência Outro movimento que tem gerado polêmica é o das chamadas Open Startups, um grupo de empresas que afirma querer manter uma relação de extrema transparência - deixando aberto para quem quiser vir, inclusive, seus números de faturamento. Um artigo no Hackernoon discute o que isso significa na prática e quais os potenciais impactos para o mundo das startups.

  • A maior vantagem Fazer com que o cliente tenha uma experiência tão incrível que não queira mais abrir mão do seu produto ou serviço é um dos maiores desafios para qualquer startup. Em um artigo para o blog da ACE o mentor Eduardo Araújo conta como uma experiência bem pensada pode se tornar uma vantagem competitiva gigante.

  • Hora de estudar Para que 2019 comece em alto nível, que tal focar no aumento de seus conhecimentos? Uma série de profissionais da ACE vão dar cursos na ESPM em breve. Maytê Carvalho, por exemplo, fala sobre Persuasão e Performance nos dias 16 e 23 de fevereiro. Na semana de 21 a 25 de janeiro são duas oportunidades: LG Lima, José Gutierrez e Sulivan Santiago apresentam o Playbook do Negócio Escalável; e Felipe Collins e Gabriel Ferreira ensinam os fundamentos do Agile Marketing.

 

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Por hoje é só. Depois me escreve contando o que você achou da edição de hoje e o que espera ver aqui na Growthaholics em 2019,  !

Abraços
Pedro Waengertner
CEO - ACE
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