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Oi  ,

Tudo bem?

Antes de começar a edição de hoje, quero deixar aqui dois convites bem especiais:

O primeiro é que para que startups que resolvem desafios de empresas do mercado de saúde conheçam a Benner. Para quem não sabe, a Benner é uma das principais fornecedoras do setor e está em busca de startups para fazer conexões, programas piloto e resolver, juntos, necessidades de seus clientes e parceiros. É uma oportunidade e tanto de entrar com força em um dos setores mais promissores do país. Preenche o fomulário no site para ter a chance de se apresentar para eles.

O outro convite é para quem é de Florianópolis. Já comentei aqui que estamos prestes a inaugurar nosso escritório por lá. Mas a gente quer dividir esse momento com vocês. Dia 11 de dezembro eu e o meu sócio Mike Ajnsztajn estaremos em Floripa para cortar a fita do escritório. Para participar dessa festa precisa se inscrever (e rápido, porque são poucos ingressos).

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Vamos agora à edição de hoje?

# Pintado para a guerra

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Como se a vida do Facebook já não estivesse difícil o suficiente, nos últimos dias a empresa se viu envolvida em mais um escândalo. A história da vez é que eles teriam contratado uma agência de marketing político especializada em fazer campanhas difamatórias contra adversários. Os alvos principais teriam sido senadores americanos e o investidor George Soros.

Mark Zuckerberg diz que ficou sabendo da contratação pela imprensa e o VP de comunicação da empresa tomou toda a culpa para si e pediu demissão.

Mas o episódio provocou a curiosidade da imprensa sobre como vem sendo a gestão de Zuckerberg em tempos de crise. E ao que tudo indica o CEO adotou um estilo muito mais agressivo do que antes - o que tem, inclusive, deixado Sheryl Sandberg preocupada com o próprio emprego.

Há quem prefira que, em vez de Sheryl, quem perca o emprego seja o próprio Mark. Mas ele já mandou avisar os críticos que não vai sair! Pelo jeito alguém pegou gosto por administrar uma empresa em tempos de guerra, né?

# Black Friday das ações

Na semana da Black Friday, parece que quem entrou em promoção foram as ações das gigantes de tecnologia. O desempenho das big tech nas bolsas americanas sofreu um solavanco bem considerável. Para se ter uma ideia, se somarmos as perdas em valor de mercado de Facebook, Apple, Amazon, Netflix e Google (o grupo batizado pelos analistas americanos como FAANG) chegaremos à incrível marca de US$ 1 trilhão a menos.

Por trás dos movimentos do mercado, há certa desconfiança sobre a capacidade de essas empresas conseguirem manter o crescimento. É como se, depois de ter feito as empresas de tecnologia chegarem a valores de mercado impressionantes, os investidores estiverem agora ajustando os preços para valores mais próximos da realidade.

Somado a isso, as crises envolvendo algumas gigantes do Vale (Mark Zuckerberg que o diga), notícias como os cortes na produção de iPhone e fatores regulatório e macroeconômicos, ajudam a formar o quadro de desconfiança.

Ninguém sabe ao certo qual o rumo que o mercado irá tomar (na verdade, ninguém nunca sabe isso ao certo), mas não há expectativa de um colapso ou de que seja o princípio do estouro de alguma bolha. Ainda bem!

# Histórias da aceleração

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Entre os posts que mais gosto no blog da ACE estão as trajetórias dos empreendedores que passaram pelo nosso programa. Adoro ver os relatos sobre os caminhos percorridos, cheios de erros e acertos e os resultados que isso trouxe não só para as empresas, mas também para as pessoas que se dedicaram a que ela acontecesse.

Esta semana publicamos no blog o relato de Felipe Neve, CEO da Fix It. Para quem não conhece, a Fix It é uma startup nascida no Rio Grande do Norte com a missão de substituir aquele gesso pra lá de incômodo que somos obrigados a usar quando quebramos algum osso.

É um mercado bem diferente e cheio de peculiaridades, conforme os sócios da Fix It descobriram ao longo do processo. A história deles mostra a importância de manter o foco e como fica mais fácil mudar a estratégia quando se tem uma visão clara de onde se quer chegar.

Plus: Se você, assim como eu, gosta de ver relatos de empreendedores, não deixe de acessar também os posts com as histórias da Flapper, da Inti, da N2B, da Venda.la, da Poppin, da LogComex e da Upik.

# Como é viver com o Softbank?

Com certeza não são poucas as startups que sonham em despertar o interesse do Softbank. Um dos fundos mais relevantes do mundo, os japoneses já fizeram cheques bilionários para empresas como Uber e WeWork.

Mas como é ter um sócio desse tamanho na empresa? O CEO da Arm, fabricante britânica de semicondutores adquirida em 2016 pelo Softbank por 23 bilhões de libras, contou em uma entrevista recente como é o relacionamento com os japoneses.

Segundo ele, Masayoshi Son, o CEO do grupo, emprega uma mentalidade de foco no longo prazo que ajuda muito a empresa a criar estruturas sólidas para seu futuro.

Gostei de ver, porque poucas coisas são mais nocivas para uma startup do que um investidor que tenha interesse apenas nos números dos próximos trimestres.

# Curtinhas

  • Sala de aula Já sabe o que vai fazer em janeiro? Se eu fosse você, aproveitava o começo do ano para estudar. E a dica são os cursos dados pelos ACErs na ESPM. Felipe Collins (nosso CMO) e Gabriel Ferreira (head de conteúdo) dão o já tradicional curso de Agile Marketing. E LG Lima (Chief Startups Officer), José Gutierrez (Chief Recruitment Officer) e Sulivan Santigo (CTO) dão uma semana de aulas sobre como montar um negócio escalável. Não perde essa chance!
  • Gestão do tempo A rotina de quem administra uma startup não é nada fácil. Neste artigo para a Fast Company, Cal Henders, CTO do Slack, conta como administra o dia a dia para dar conta de tudo. Claro que, segundo ele, uma das ferramentas que mais colabora para ter um dia produtivo é o Slack.
  • Segredo Uma pesquisa na área de empregos da Amazon deixa claro que a empresa está trabalhando em um novo grande projeto super secreto - e, pelo perfil dos profissionais buscados, parece que vem ai um robô doméstico. Será que já posso encomendar o meu?
  • Asas A Conferência da Anjos do Brasil é um dos melhores eventos sobre investimento anjo no país e um super ponto de encontro entre investidores e empreendedores. Os ingressos deste ano estão acabando mais rápido do que de costume. Então, se eu fosse você, corria para garantir o seu.
  • No volante Ainda é muito cedo para dizer quem vai dominar o mercado de carros autônomos. Mas segundo o Crunchbase uma coisa é quase certa: vai ser algum ex-funcionário do Google. O pessoal que trabalhou em Mountain View está entre os fundadores de boa parte das startups do setor.
  • Propósito Ter um propósito naquilo que faz é meio caminho andado para o sucesso (seja como empreendedor, seja como empregado). Neste artigo para o Medium, o Tiago Vailati, CEO da Hiper, startup do nosso portfólio, fala sobre a importância de trabalhar sempre para si mesmo - ainda que resolva não empreender.
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Por hoje é só pessoal. Como sempre, fico no aguardo dos feedbacks de vocês sobre esta edição!

Abraços,

Pedro Waengertner
CEO - ACE
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