Um empreendedor do Vale do Silício questiona a cuLaura de que é necessário ter um sócio pra que a startup cresça. Será que ele está certo?

Oi,  !

Hoje falo sobre dois assuntos que sempre me deixaram encucado: como podemos fazer com que os processos de recrutamento de pessoas reflita melhor a realidade do mundo, muito mais multidisciplinar do que os programas de trainee costumam fazer parecer, e qual o limite que a nossa relação com as marcas podem ter.

Bastante coisa para pensar, né?

 

1) Dança solo

Tempo de leitura: 6 minutos

Ganhar múltiplas e altas rodadas de investimento e ter uma equipe cada vez maior não necessariamente são sinônimos de sucesso. Ao menos, é isso que o Moiz Ali, fundador e CEO da Native, startup de desodorante natural, acredita. O empreendedor conta que, quando costumava ir a encontros no Vale do Silício, o fato de ser uma empresa de um homem só, parecia constrangedor. No entanto, ele riu por último, já que ano ano passado, a Procter & Gamble comprou a marca e ele continuou sendo seu CEO. Acho a visão de Ali interessante, mas sigo acreditando que empreendedores solitários bem sucedidos são aquelas exceções que confirmam a regra.

 

2) Não precisa nem preparar o CV

Tempo de leitura: 5 minutos

Já reparou como a maioria dos programas de seleção de talentos sempre buscam os mesmos perfis e são muito parecidas entre si? Pois a Natura decidiu fazer diferente. Em parceria com a ACE, a empresa desenvolveu o programa CorageN, que é voltado para profissionais com atitude empreendedora - independentemente se é alguém com formação universitária ou não, se é jovem ou não… Enfim: não queremos olhar para o currículo, mas sim para o perfil dos candidatos. Nosso objetivo é montar uma rede de pessoas com diferentes olhares sobre o mundo, para construir algo bastante único. E falando em olhar empreendedor, o Tech Health, nosso programa de aceleração de health techs em parceria com a Interplayers está com as inscrições abertas. Se você tem uma startup de saúde, não deixe de conferir.

 

3) Brand Lover

Tempo de leitura: 5 minutos

O quanto você é o marketing de um produto que ama? É esse tipo de pergunta que esse artigo do Harvard Business Review se propõe a responder. O artigo levanta o conceito de psychological ownership, momento em que os clientes se sentem tão conectados a um produto que aquilo se torna parte deles. A leitura menciona exemplos desde o amor pela Coca-Cola, até os perigos que esse amor pode ter - como quando fãs de Star Wars se juntaram para fazer o remake do último filme da franquia, alegando não terem gostado do resultado final. O texto me fez lembrar um dos artigos que mais gostei de escrever para o blog da ACE: aquele em que conto sobre como algumas técnicas podem ajudar a transformar seu produto em um viral.

 

4) Como levantar uma rodada de investimento?

Tempo de leitura: 7 minutos

Sempre falamos da importância de se planejar para empreender, que se arriscar deve ser muito bem pensado e analisado, de forma a evitar se expor a grandes riscos. Quando falamos de investimentos, o raciocínio deve ser mesmo. Ou seja, planejar o fundraising da sua startup é entender todos os passos que compõem um fundraising de qualidade: desde ter um bom pitch e pitch deck até entender como pensam os investidores.

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Abraços,

Gabriel Ferreira 

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