Oi,  ,

Tudo bom?

Vira e mexe, quando dou palestras para executivos de grandes empresas ou mando as edições da Business Hack, recebo um enxurrada de mensagens de gente questionando se as grandes corporações podem mesmo adotar as mesmas práticas das empresas mais inovadoras do mundo.

Minha resposta é sempre a mesma: se houver empenho real de todas as camadas do negócio (a começar pela alta direção) e a preocupação for com resultados concretos e não com parecer mais inovador para ficar bem na foto, é extremamente possível, sim, adotar com sucesso as práticas que garantiram os sucessos das empresas do Vale do Silício.

Um ponto muito importante é entender que o une as startups de maior sucesso do mundo não são os ambientes cool e a permissão para que o time vá trabalhar de bermuda.

Na verdade, essas empresas têm um comum um mesmo design organizacional.

E é para o tal do design organizacional que as grandes empresas devem tentar espelhar - e não o design dos escritórios.

Quando falo de design organizacional, me refiro à forma como a empresa trata seus projetos internos. Não adianta querer inovar fazendo tudo da mesma forma que sempre foi feito.

Um dos modelos de organização que costumam trazer melhor resultado são os squads. Gosto tanto que resolvi preparar um vídeo explicando como funcionam os esquadrões e contando os cases de gigantes brasileiras que já têm utilizado essa forma de trabalhar. Você vai ver no vídeo, que trato de setores mega tradicionais, como telecomunicações e varejo.

 

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Tenho visto casos como os contados no vídeo se espalhando por aí e isso só reforça minha certeza de que é extremamente possível para empresas de qualquer porte e setor inovarem de um jeito muito mais eficiente.

Aliás, acredito firmemente que os squads são a próxima grande onda de inovação. Eles trazem para dentro das grandes empresas aquilo que há de melhor no universo das startups: times enxutos e multidisciplinares, trabalhando de forma focada e com bastante autonomia para resolver os principais problemas da companhia.

Se você quer abraçar esta tendência mas não sabe bem por onde começar, te sugiro baixar o case que preparamos sobre a Leo Madeiras, que adotou este modelo para desbravar um novo mercado.

Se quiser mais detalhes, me escreve e a gente conversa! Será um prazer te conectar com os nossos especialistas de ACE Cortex.

Grande abraço,
Pedro W

© ACE
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