Para esta semana, separei artigos que falam de questões como a definição de uma boa estratégia comercial e relação entre grandes e startups

Oi,  ,

Tudo bom?

Comentei aqui na Growthaholics outro dia, mas quero reforçar: se você tem uma empresa mais madura e quer se conectar com uma empresa do porte do BTG Pactual, dá uma olhada no BoostLab, programa de potencialização de startups que estamos tocando em parceria com eles. Este programa pode fazer toda a diferença na vida da sua startup.

Outra dica que eu te dou é: garanta o quanto antes seu ingresso para o Growth Summit BR. É uma chance única de ver em um só dia gente incrível como André Siqueira, da Resultados Digitais, Camila Farani, do Shark Tank Brasil, e Geraldo Rufino, da JR Diesel. As vendas estão andando em um ritmo muito mais rápido do que imaginamos e acho que logo logo vou contar aqui que os ingressos estão esgotados. 

Antes que eu me esqueça, estamos com vaga aberta em nossa área de inovação corporativa! 

# Você conhece o seu funil?

Quantos leads seu sistema SaaS precisa para ter uma receita recorrente de R$ 50 mil? Meus olhos brilham quando faço essa pergunta para um empreendedor e ele consegue me responder de bate e pronto. Isso mostra que a pessoa tem uma noção muito clara de como funcionam as várias etapas do seu funil e que estudou bem o próprio negócio antes de fechar uma estratégia comercial.

Mas não se preocupe se você ainda não sabe isso. É necessário muita validação e trabalho para construir uma verdadeira máquina de vendas.

E é preciso também uma planilha de Excel que te ajude nessa missão. O Sulivan Santiago, CTO e acelerador da ACE e um grande especialista em SaaS, resolveu ajudar quem está em busca dessa resposta.

Ele preparou um modelo de planilha e escreveu um post para o nosso blog em que explica direitinho como fazer a análise do funil para ter uma estratégia comercial mais bem desenhada. Leitura mais do que recomendada!

# Gigantes fabricando unicórnios

Outro post do nosso time esta semana foi escrito pela Camilla Ruocco, responsável pelos nossos programas de aproximação entre grandes empresas e startups (um dos exemplos é o BoostLab, que citei acima). A Camilla foi pesquisar como algumas gigantes globais têm feito para se aproximar de startups - e os resultados que elas vêm obtendo com isso.

São casos de companhias como Walmart e Barclays, que viram na ligação com empresas menores, a chance de fazerem uma verdadeira transformação digital em seus negócios.

Entre os exemplos que ela cita, o meu favorito é o da Xiaomi, que criou um super ecossistema de startups em seu entorno e já deu origem a quatro unicórnios.

Tenho me aproximado e estudado muito esse assunto. Tanto que resolvi começar a assinar a Business Hack, newsletter da ACE sobre inovação corporativa. Mandei ontem a primeira edição de minha autoria, mas se você ainda não recebe a Business Hack e se cadastrar ainda hoje, a gente te encaminha essa edição.

# De volta para as cabeças

Todo ano a revista Fast Company faz uma lista com as empresas mais inovadoras do mundo. E a edição de 2018 acabou de sair.

O ranking tem a Apple na liderança. A empresa é a única que está na lista desde a primeira edição, em 2008, mas já fazia um bom tempo que o pessoal de Cupertino não sentia o gostinho da liderança (a última vez foi em 2012).

A volta para as cabeças foi influenciada por uma série de lançamentos, como os AirPods, HomePods e o iPhone X. Em uma entrevista para a revista, Tim Cook falou um pouco sobre o espírito inovador da empresa.

Quem quiser, pode ver a lista da Fast Company dividida por setor econômico ou por região do mundo. Tem alguns brasileiros por lá, como a 99, a Magazine Luiza e o Nubank.

# Disrupção para levantar dinheiro

As fintechs vem mexendo muito com a lógica do sistema financeiro, seja utilizando tecnologias para facilitar processos que eram muito complicados (como mandar dinheiro para o exterior, por exemplo), seja questionando algumas premissas que eram muito fortes (como a cobrança de altas taxas dos clientes).

Mas de acordo com essa análise publicada na revista Entrepreneur, não é só a forma como as pessoas lidam com o dinheiro que as fintechs têm afetado. As empresas estão também entre as mais ousadas na hora de buscar alternativas para se capitalizarem.

São as fintechs, por exemplo, quem têm feito melhor proveito de iniciativas como os ICOs (uma espécie de IPO, só que com criptomoedas) e até mesmo o financiamento coletivo.

# Me manda um postal

O Facebook já anunciou muitas medidas para evitar a repetição dos problemas ocorridos na última eleição americana (quando os russos usaram sites de fake news e impulsionamento de posts para influenciar os resultados).

A maioria dessas ações são bastante técnicas (como a revisão do algoritimo da timeline), mas uma das mais recentes não é tão moderna assim. Pelo contrário. Daqui pra frente, todo mundo que comprar um anúncio relacionado a política vai receber um cartão postal em casa.

O cartão vai ter um código, que deverá ser digitado dentro da plataforma. Com isso, a expectativa é criar uma dificuldade a mais para quem está fora dos Estados Unidos interferir em eleições de lá (o que, além de ser antiético, é ilegal pela lei americana).

Dificuldades a parte, os próprios executivos do Facebook admitem que essa proposta está longe de resolver o problema.

# Curtinhas

  • Inteligência do coração Adoro ler sobre as aplicações de inteligência artificial na área da saúde. Acho que veremos muitas healthtechs criando coisas incríveis com essa tecnologia. Quem também tem investido pesado na área é o Google. Os robôs já são capazes até de prever doenças do coração analisando apenas o olho do paciente. 
  • A lógica do Softbank Por gerenciar o maior fundo de VC do mundo, o Softbank desperta muita curiosidade de todos que se envolvem com empreendedorismo e inovação. O pessoal do Pitch Book fez um estudo de caso para entender melhor como funciona a lógica por trás do processo de tomada de decisões do fundo.
  • A moeda do Seagal Com o lançamento de uma porção de criptomoedas por aí, tem gente procurando formas inusitadas de se destacar neste mercado. A Bitcoiin, além de ter escolhido um nome super parecido com a do maior concorrente, chamou o ator Steven Seagal para ser seu garoto propaganda. Não tem muita lógica (nenhuma, na verdade), mas é engraçado.
  • Grande marca ou minha marca? Quem tem espírito empreendedor às vezes fica na dúvida entre trabalhar para uma empresa como o Google ou ter o próprio negócio. Uma empreendedora americana que teve as duas experiências conta neste artigo os prós e contras de cada uma delas.
  • Tem vaga no time Falando sobre a experiência de trabalhar em lugares incríveis, estamos com mais uma vaga aberta no time da ACE. É para trabalhar na nossa área de inovação corporativa, como analista de projetos. Dá uma olhada na vaga e indica para quem tem vontade de fazer as coisas acontecerem pra valer!
  • Evento na França A ACE é parceira de um dos eventos mais legais de inovação da Europa, o Viva Technology, que acontece na França entre os dias 24 e 26 de maio. O evento reúne grandes empresas (como Sanofi, SAP e Accor) e startups em torno de desafios para solucionar os problemas de vários setores da economia. As startups que quiserem apresentar uma solução para algum dos desafios, precisam fazer uma inscrição rapidinha até o dia 28/02.
  • Como gostar de networking Manter uma boa rede de contatos é uma das características que ajudam um empreendedor a deslanchar (não por acaso, esse é um dos principais benefícios que damos para quem vem acelerar aqui com a gente). Mas nem todo mundo gosta de ficar tomando café e jogando conversa fora por aí. Se você é desse tipo, recomendo a leitura deste artigo que traz algumas técnicas de networking para quem não gosta da prática.

Fico por aqui, mas antes de me despedir, quero te perguntar: te vejo no Growth Summit BR?

Um abraço,
Pedro Waengertner
CEO - ACE
#GoACE | Twitter | Facebook | LinkedIn | Instagram

Not rendering correctly? View this email as a web page here.